Os tipos de visto China são definidos principalmente pelo motivo da viagem. Turismo, trabalho, estudos, negócios, reunião familiar e atividades profissionais específicas possuem categorias próprias, identificadas por letras como L, M, Z, X1, X2, Q1 e S1.
Para brasileiros, porém, existe uma mudança relevante em vigor em 2026: portadores de passaporte comum válido podem entrar na China sem visto por até 30 dias para turismo, negócios, visita a familiares ou amigos, intercâmbios e trânsito. A política foi prorrogada até as 24h de 31 de dezembro de 2026, no horário de Pequim. Quem viaja com outra finalidade ou não atende às condições da isenção continua sujeito à solicitação do visto correspondente.
Isso significa que a primeira pergunta não deve ser apenas “qual visto chinês escolher?”, mas sim: a minha viagem realmente exige visto neste momento?
A resposta depende da nacionalidade, do tipo de passaporte, da finalidade da viagem e do período pretendido de permanência. Entender essas diferenças antes de iniciar o processo evita solicitar uma categoria incompatível com a atividade que será realizada na China.
Quais são os tipos de visto China?
Os vistos ordinários chineses são divididos em categorias conforme a finalidade da entrada do estrangeiro. A classificação oficial contempla vistos para turismo, atividades comerciais, intercâmbio, trabalho, estudos, reunião familiar, assuntos particulares, trânsito, tripulantes, jornalistas, talentos estrangeiros e residência permanente.
Veja um resumo das principais categorias:
| Categoria | Finalidade principal | Perfil do viajante |
|---|---|---|
| L | Turismo | Turistas |
| M | Comércio e negócios | Empresários e profissionais em atividades comerciais |
| F | Intercâmbios e visitas | Participantes de intercâmbios e atividades não comerciais |
| Z | Trabalho | Estrangeiros contratados para trabalhar na China |
| X1 | Estudos de longa duração | Estudantes por mais de 180 dias |
| X2 | Estudos de curta duração | Estudantes por até 180 dias |
| Q1 | Reunião familiar de longa duração | Familiares de chineses ou residentes permanentes |
| Q2 | Visita familiar de curta duração | Familiares em visitas de até 180 dias |
| S1 | Visita privada de longa duração | Familiares próximos de estrangeiros que trabalham ou estudam na China |
| S2 | Visita privada de curta duração | Familiares e pessoas com assuntos particulares |
| C | Tripulação | Tripulantes de transportes internacionais |
| G | Trânsito | Passageiros em trânsito |
| J1 | Jornalismo de longa duração | Jornalistas residentes |
| J2 | Jornalismo de curta duração | Jornalistas em cobertura temporária |
| R | Talentos estrangeiros | Profissionais de alto nível ou especialistas |
| D | Residência permanente | Estrangeiros autorizados à residência permanente |
A escolha deve corresponder ao motivo real da viagem. Usar uma categoria destinada ao turismo para exercer atividade profissional, por exemplo, pode gerar problemas migratórios.
Brasileiros precisam de visto para a China em 2026?
Em determinadas viagens, não.
Até 31 de dezembro de 2026, brasileiros com passaporte comum válido podem permanecer na China por até 30 dias sem visto quando a finalidade for:
- negócios;
- turismo;
- visita a familiares;
- visita a amigos;
- intercâmbios;
- trânsito.
A regra consta na política unilateral de isenção prorrogada pelas autoridades chinesas. A permanência máxima permitida nesse regime é de 30 dias.
Quando o brasileiro ainda precisa solicitar visto chinês?
O visto continua necessário quando a viagem não se enquadra nas condições da isenção.
É o caso, por exemplo, de quem pretende:
- trabalhar formalmente na China;
- estudar por período incompatível com a isenção;
- permanecer no país por mais de 30 dias;
- residir com familiares;
- exercer atividades jornalísticas;
- solicitar residência permanente;
- realizar outra atividade sujeita a autorização migratória específica.
Imagine um profissional brasileiro convidado para reuniões comerciais durante dez dias em Xangai. Se cumprir as condições oficiais da política vigente, poderá estar abrangido pela isenção.
Já um brasileiro contratado por uma empresa chinesa para trabalhar em Shenzhen não deve utilizar a entrada sem visto como substituta do processo migratório de trabalho. Nesse caso, a categoria adequada é, em regra, o visto Z.
A isenção também não representa autorização automática de entrada. O viajante permanece sujeito ao controle migratório e deve conseguir demonstrar que a finalidade declarada é compatível com as condições aplicáveis. As autoridades de fronteira podem avaliar a entrada conforme as leis e os regulamentos chineses.
Como políticas migratórias podem ser prorrogadas, alteradas ou encerradas, as regras oficiais devem ser verificadas novamente antes do embarque.
Visto L: visto de turismo para a China
O visto L é a categoria destinada a estrangeiros que pretendem viajar à China para turismo.
Historicamente, essa é uma das categorias mais procuradas por viajantes brasileiros. Em 2026, porém, brasileiros que permaneçam por até 30 dias e atendam às condições da política unilateral de isenção podem viajar a turismo sem solicitar previamente o visto L.
O visto L continua relevante para viajantes que não estejam abrangidos pela isenção ou cuja situação exija visto.
Para quem o visto L é indicado?
A categoria é voltada a viagens turísticas, como:
- férias;
- visitas a atrações e cidades chinesas;
- roteiros culturais;
- viagens pessoais sem finalidade profissional ou acadêmica.
Um erro comum é escolher o visto de turismo apenas porque o viajante pretende “conhecer a China”, mesmo quando a atividade principal envolve trabalho, estudos ou outra finalidade específica. A categoria deve acompanhar o propósito principal da entrada.
Visto M: negócios e atividades comerciais
O visto M é destinado a pessoas que pretendem realizar atividades comerciais e de comércio na China.
É uma categoria associada a situações como encontros empresariais, negociações e atividades comerciais compatíveis com o propósito do visto.
Entre os exemplos estão:
- reuniões com fornecedores;
- negociações comerciais;
- visitas empresariais;
- contatos com parceiros de negócios;
- atividades relacionadas ao comércio.
Em muitos processos de visto M, a documentação relacionada à empresa ou ao convite recebido na China é relevante para demonstrar o motivo da viagem.
Visto M e isenção de visto para brasileiros
A política vigente permite que brasileiros com passaporte comum válido entrem sem visto por até 30 dias também para negócios, desde que cumpram as condições da isenção.
Por isso, nem toda viagem comercial exige atualmente um visto M.
A duração da viagem e a atividade efetivamente realizada devem ser analisadas. “Negócios” não deve ser confundido com contratação para exercer trabalho na China. Se existe vínculo profissional e exercício de atividade laboral no país, o visto Z pode ser necessário.
Visto F: intercâmbios, visitas e outras atividades
O visto F é utilizado para intercâmbios, visitas, viagens de estudo e outras atividades compatíveis com essa classificação oficial.
A categoria pode aparecer em viagens relacionadas a:
- intercâmbios;
- visitas institucionais;
- atividades acadêmicas específicas;
- programas de estudo ou visitas não enquadrados como curso acadêmico de longa duração;
- outras atividades de intercâmbio.
A distinção entre F, M e X merece atenção.
Uma atividade comercial pode indicar o visto M. Um curso formal pode exigir X1 ou X2. Já determinados intercâmbios e visitas institucionais podem se enquadrar na categoria F.
Brasileiros também estão abrangidos pela atual isenção para intercâmbios de até 30 dias, quando cumpridas as condições oficiais.
Visto Z: visto de trabalho na China
O visto Z é destinado a estrangeiros que pretendem trabalhar na China. A legislação chinesa classifica expressamente essa categoria para pessoas que solicitam entrada com finalidade de trabalho.
É o visto indicado para quem foi contratado ou autorizado a exercer atividade profissional no país.
Quem deve solicitar o visto Z?
Em geral, o visto Z é relacionado a situações como:
- contratação por empresa chinesa;
- transferência profissional;
- exercício autorizado de atividade laboral;
- ocupação profissional sujeita às regras chinesas de trabalho para estrangeiros.
O processo pode envolver documentação de autorização de trabalho. Requisitos específicos variam conforme o caso e as determinações das autoridades competentes.
Posso trabalhar na China entrando como turista ou sem visto?
A isenção concedida a brasileiros não inclui trabalho entre as finalidades autorizadas. A política oficial menciona negócios, turismo, visitas, intercâmbios e trânsito.
Portanto, entrar sem visto para exercer trabalho não deve ser tratado como alternativa ao visto Z e às autorizações migratórias correspondentes.
Após a entrada com determinadas categorias de longa permanência, incluindo o visto Z, pode ser necessária a solicitação de autorização de residência perante as autoridades locais dentro do prazo aplicável. Orientações oficiais chinesas indicam a exigência de pedido de autorização de residência em até 30 dias após a entrada para categorias como Z, X1, Q1 e S1, observadas as condições registradas no visto.
Visto X1 e X2: vistos de estudante para a China
Quem pretende estudar na China deve verificar a duração do programa acadêmico.
Existem duas categorias principais: X1 e X2.
Visto X1: estudos por mais de 180 dias
O visto X1 é destinado a estudos de longa duração, ou seja, quando o período pretendido supera 180 dias.
Pode ser o caso de:
- graduação;
- pós-graduação;
- programas acadêmicos extensos;
- cursos de longa duração.
Após a entrada, o estudante pode estar sujeito ao processo de autorização de residência dentro do prazo determinado pelas regras chinesas.
Visto X2: estudos de até 180 dias
O visto X2 é voltado a estudos de curta duração, de até 180 dias.
A duração do curso é um dos principais critérios para diferenciar X1 e X2.
Exemplo prático: um estudante aceito em uma universidade chinesa para um programa de dois anos normalmente deverá analisar a categoria X1. Já um curso acadêmico de quatro meses pode estar relacionado à categoria X2.
Como brasileiros possuem atualmente isenção para intercâmbios de até 30 dias, programas curtos precisam ser avaliados conforme sua natureza, duração e documentação. A instituição chinesa e as autoridades consulares podem exigir procedimentos específicos de acordo com a atividade.
Vistos Q1 e Q2: reunião e visita familiar
Os vistos Q1 e Q2 são relacionados a familiares de cidadãos chineses ou de estrangeiros com residência permanente na China.
A principal diferença está na duração e no objetivo da permanência.
Visto Q1
O visto Q1 é destinado, entre outras hipóteses previstas oficialmente, a familiares de cidadãos chineses ou de estrangeiros com residência permanente que pretendem residir na China para reunião familiar. A categoria também contempla situações específicas de acolhimento familiar previstas nas normas chinesas.
A permanência pretendida é superior a 180 dias.
Visto Q2
O visto Q2 é destinado a visitas de curta duração de familiares de cidadãos chineses residentes na China ou de estrangeiros com residência permanente no país.
Em regra, a permanência pretendida não supera 180 dias.
Para brasileiros, visitas familiares de até 30 dias podem estar abrangidas pela isenção vigente. Se o objetivo for permanecer por período superior ou estabelecer residência por reunião familiar, a categoria migratória adequada deve ser analisada.
Vistos S1 e S2: familiares de estrangeiros na China
Os vistos S1 e S2 são diferentes das categorias Q.
Enquanto Q1 e Q2 estão ligados principalmente a familiares de cidadãos chineses ou estrangeiros com residência permanente, as categorias S atendem situações relacionadas a estrangeiros que estão na China por trabalho, estudos ou outras condições previstas.
Visto S1
O S1 é voltado a determinadas visitas familiares ou assuntos particulares quando a permanência pretendida ultrapassa 180 dias.
A definição oficial contempla, entre outros casos, cônjuges, pais, filhos menores de 18 anos e pais do cônjuge de estrangeiros que trabalham ou estudam na China.
Visto S2
O S2 é relacionado a visitas familiares de curta duração e determinados assuntos particulares, com permanência de até 180 dias. A definição de familiares considerada nessa categoria é mais ampla em determinadas situações.
Exemplo: se um brasileiro trabalha legalmente na China e sua família pretende acompanhá-lo por período prolongado, o enquadramento pode ser diferente daquele aplicado ao familiar de um cidadão chinês.
É justamente essa diferença que costuma gerar confusão entre os vistos Q e S.
Outros tipos de visto para a China
Embora turismo, negócios, trabalho e estudos concentrem boa parte das dúvidas, existem outras categorias.
Visto C
O visto C é destinado a tripulantes estrangeiros de transportes internacionais e pessoas enquadradas nas condições específicas dessa atividade.
Visto G
O visto G é a categoria de trânsito.
Brasileiros com passaporte comum válido também podem estar abrangidos pela política de entrada sem visto por até 30 dias para trânsito, conforme a regra vigente até o final de 2026.
Vistos J1 e J2
As categorias J são destinadas a jornalistas estrangeiros.
O J1 é relacionado a jornalistas residentes de organizações estrangeiras de imprensa na China. O J2 atende jornalistas em cobertura temporária ou de curta duração.
Esses processos possuem características próprias e não devem ser substituídos por visto turístico.
Visto R
O visto R é destinado a estrangeiros considerados talentos de alto nível ou especialistas cuja atuação se enquadre nos critérios chineses.
A elegibilidade depende do enquadramento nas regras aplicáveis a profissionais e talentos estrangeiros.
Visto D
O visto D está relacionado à residência permanente na China.
Não se trata de uma categoria turística ou de simples permanência prolongada. O solicitante deve atender aos critérios específicos para residência permanente estabelecidos pelas autoridades chinesas.
Como escolher o visto correto para a China?
Para identificar a categoria adequada, responda a quatro perguntas:
- Qual é a finalidade principal da viagem?
- Quanto tempo você pretende permanecer na China?
- Quem está relacionado à sua viagem: empresa, universidade ou familiar?
- Sua nacionalidade e tipo de passaporte estão abrangidos por alguma isenção vigente?
Veja alguns exemplos:
| Situação | Categoria ou condição a analisar |
| Brasileiro viajando 15 dias a turismo em 2026 | Possível isenção de visto |
| Reuniões comerciais por 10 dias | Possível isenção vigente para negócios |
| Contratação para trabalhar na China | Visto Z |
| Universidade por dois anos | Visto X1 |
| Curso de quatro meses | Visto X2 |
| Reunião familiar por mais de 180 dias | Q1 ou S1, conforme o vínculo |
| Visita curta a familiar | Q2, S2 ou possível isenção, conforme o caso |
| Jornalista em cobertura temporária | J2 |
| Profissional de alto nível elegível | R |
A finalidade declarada deve ser coerente com os documentos apresentados e com a atividade que será realizada no país.
Se ainda houver dúvida, uma análise individual do processo é mais segura do que escolher a categoria apenas pelo nome.
Para conhecer o atendimento especializado da SP Vistos, o leitor pode acessar a página de visto chinês da SP Vistos ou solicitar uma avaliação do caso antes de iniciar o pedido.
Como solicitar o visto para a China?
Desde 30 de setembro de 2025, a Embaixada e os Consulados-Gerais da China no Brasil passaram a utilizar uma nova plataforma online de solicitação de vistos. A antiga plataforma China Online Visa Application, conhecida como COVA, deixou de ser utilizada pelas representações chinesas em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.
O processo começa pela plataforma oficial de solicitação de visto da China.
De forma geral, o solicitante deve:
- identificar a categoria correta;
- preencher as informações exigidas na plataforma;
- enviar os documentos solicitados de forma online;
- acompanhar as orientações da representação consular responsável;
- apresentar documentos ou cumprir etapas adicionais quando solicitado;
- realizar o pagamento conforme as instruções oficiais;
- aguardar a análise da autoridade consular.
A documentação varia conforme o visto. A regulamentação chinesa prevê, de forma geral, formulário, passaporte ou documento internacional de viagem, fotografia adequada e materiais relacionados ao propósito da solicitação.
Uma viagem de trabalho pode exigir documentação relacionada à autorização profissional. Estudos podem envolver documentos da instituição de ensino. Reunião familiar pode exigir comprovação do vínculo.
A autoridade consular pode solicitar informações ou documentos complementares conforme o processo.
Quanto custa o visto chinês em 2026?
Segundo a tabela publicada pela Embaixada da China no Brasil, a medida temporária de redução das taxas foi prorrogada até 31 de dezembro de 2026.
Para cidadãos brasileiros, a taxa consular informada é de R$ 475.
As taxas podem variar conforme a nacionalidade do requerente e as regras aplicáveis ao processo.
Esse valor também não deve ser confundido com honorários de uma assessoria consular privada.
Como tabelas de emolumentos podem ser atualizadas pelas representações chinesas, o valor oficial deve ser confirmado antes do pagamento.
Erros comuns ao escolher entre os tipos de visto China
Alguns erros podem atrasar o processo ou criar incompatibilidade entre a viagem e a categoria solicitada.
Os principais são:
- solicitar visto L para exercer atividade profissional;
- confundir negócios com trabalho;
- escolher X2 para um programa de estudos superior a 180 dias;
- confundir Q1 e Q2 com S1 e S2;
- ignorar a duração prevista da permanência;
- apresentar documentos incompatíveis com a finalidade declarada;
- acreditar que a isenção de 30 dias permite qualquer atividade;
- usar informações antigas sobre formulários e plataformas;
- não verificar mudanças recentes nas regras antes do embarque.
A política de vistos chinesa possui categorias objetivas, mas o enquadramento depende dos detalhes de cada viagem.
Perguntas frequentes sobre os tipos de visto China
Quais são os principais tipos de visto para a China?
As principais categorias são L para turismo, M para negócios, F para intercâmbios, Z para trabalho, X1 e X2 para estudos, Q1 e Q2 para reunião ou visita familiar e S1 e S2 para familiares de estrangeiros na China. Também existem os vistos C, G, J1, J2, R e D.
Brasileiro precisa de visto para a China em 2026?
Brasileiros com passaporte comum válido podem entrar sem visto por até 30 dias para negócios, turismo, visita a familiares ou amigos, intercâmbios e trânsito. A política está prorrogada até 31 de dezembro de 2026.
Qual é o visto de turismo para a China?
O visto de turismo é o visto L. Porém, brasileiros abrangidos pela isenção vigente podem viajar a turismo por até 30 dias sem solicitar visto previamente.
Qual visto preciso para trabalhar na China?
A categoria destinada ao trabalho é o visto Z. A entrada sem visto para brasileiros não inclui trabalho entre as finalidades autorizadas.
Qual a diferença entre o visto X1 e X2?
O X1 é destinado a estudos de longa duração, superiores a 180 dias. O X2 é utilizado para estudos de curta duração, de até 180 dias.
Qual a diferença entre o visto M e o visto Z?
O visto M está relacionado a atividades comerciais e de comércio. O visto Z é destinado a quem pretende trabalhar na China. Reuniões de negócios e exercício de atividade laboral são situações migratórias diferentes.
Posso ficar mais de 30 dias na China sem visto?
A política unilateral aplicável a brasileiros permite permanência de no máximo 30 dias nas finalidades autorizadas. Para estadias que não atendam às condições da isenção, é necessário analisar a categoria de visto correspondente.
Quanto custa o visto para a China em 2026?
A tabela oficial publicada pela Embaixada da China no Brasil informa taxa de R$ 475 para cidadãos brasileiros, dentro da política de redução prorrogada até 31 de dezembro de 2026. O valor pode sofrer alterações por decisão das autoridades chinesas.
O visto chinês garante minha entrada na China?
Não. A entrada permanece sujeita à inspeção e às decisões das autoridades migratórias chinesas. O viajante deve cumprir as condições legais e apresentar uma finalidade compatível com sua situação migratória.
Qual dos tipos de visto China é o ideal para sua viagem?
Escolher corretamente entre os tipos de visto China exige analisar o motivo da viagem, a duração da permanência e os documentos que comprovam a finalidade declarada.
Em 2026, muitos brasileiros podem viajar sem visto por até 30 dias para turismo, negócios, visitas, intercâmbios e trânsito. Trabalho, estudos prolongados, residência familiar e outras atividades específicas continuam exigindo atenção às categorias migratórias correspondentes.
Um erro de enquadramento pode resultar em documentação incompatível, necessidade de refazer etapas ou dificuldades durante a análise do processo. As regras também podem sofrer alterações conforme decisões da Embaixada, dos consulados e das autoridades migratórias chinesas.
A SP Vistos auxilia na identificação da categoria adequada, conferência da documentação e orientação durante o processo de solicitação. Para evitar dúvidas e organizar seu pedido com mais tranquilidade, entre em contato com a SP Vistos e solicite uma análise do seu caso.
Fontes oficiais
- Embaixada da República Popular da China no Brasil — Serviço de Vistos
- Embaixada da China no Brasil — Prorrogação da isenção de visto até 31 de dezembro de 2026
- Embaixada da China no Brasil — Plataforma online de solicitação de visto
- Embaixada da China no Brasil — Taxas consulares de visto em 2026
- Ministério das Relações Exteriores da República Popular da China — Regulamento de entrada e saída de estrangeiros
- Administração Nacional de Imigração da China — Autorizações de residência
- Plataforma oficial de solicitação de visto da China
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